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domingo, 24 de junho de 2012
RELIGIÃO *****
Religiões nos trazem o medo da punição, a culpa por termos feito ou deixado de fazer alguma coisa que, na verdade, não prejudica nem beneficia ninguém. Elas nos levam a nos humilharmos e nos auto desvalorizarmos diante de Deus. Exigem que paguemos por supostos pecados com penitências que em nada enriquecem a comunidade ou o próprio indivíduo. Geram intolerância e rejeição dos que têm outra fé, condenam as atitudes nos outros só porque contrariam o que está no “livro sagrado” etc. Até que ponto é preciso se ateu ao que está escrito sem se tornar um fundamentalista? A doutrina é confusa e há muitos modos de interpretá-la. É louvável e meritório ser virtuoso apenas por medo do inferno? Qual religião é a verdadeira, entre tantas? A fé nos leva a agir sem pensar, a seguir dogmas sem discutir sua validade. Precisamos da razão e da dúvida constante para limitar nossos erros, para questionarmos constantemente nossas decisões.
segunda-feira, 4 de junho de 2012
VOCÊ É O MEDO *****
A origem do medo
Como o medo – do amanhã, de perder o emprego, da morte, da doença, da dor – é gerado? O medo envolve um processo de pensamentos sobre o futuro, ou sobre o passado. Tenho medo do amanhã, do que pode acontecer. Tenho medo da morte que ainda está longe, mas mesmo assim me amedronta. Bem, o que é que gera esse medo? O medo sempre existe em relação a alguma coisa. Se não fosse assim, não haveria medo. Temos medo do amanhã, do que passou e do que está por vir. O que cria o medo? Não é o pensamento?
O pensamento é a origem do medo
O pensamento gera o medo. Penso que perdi o emprego, ou que poderei perder, e esse pensamento cria medo. O pensamento sempre se projeta no tempo, porque pensamento é tempo. Penso na doença que tive, e como não gostei de sofrer tenho medo de que o sofrimento possa voltar. Senti dor, e pensar nisso, não querer senti-la de novo, cria medo. O medo está estreitamente relacionado ao prazer. A maioria de nós é guiada pelo prazer. Para nós, assim como para os animais, o prazer é da máxima importância e faz parte do pensamento. Quando penso em algo que me deu prazer, esse prazer aumenta. Concorda? Já notou isso? Você teve uma experiência de prazer – olhando o pôr-do-sol, ou fazendo sexo-, e pensa naquilo. Pensar na experiência aumenta o prazer, assim como pensar na dor que teve gera medo. Então, o pensamento cria o prazer e o medo, não é verdade? O pensamento é responsável por desejarmos o prazer e querermos que ele continue, da mesma forma que é responsável por sentirmos medo. Qualquer um pode ver isso, é um fato real, experimentável.
Então, alguém pergunta: “É possível deixar de pensar no prazer e na dor, é possível pensar apenas quando o pensamento é requisitado, nunca de outro modo?” Quando você está trabalhando em um escritório ou fazendo qualquer outro trabalho, o pensamento é necessário; do contrário, nada poderia ser feito. Quando você fala, escreve, vai para o trabalho, o pensamento é necessário. Mas o pensamento é necessário em qualquer outro campo de ação?
Por favor, preste atenção. Para nós, o pensamento é muito importante, pois é o único instrumento que temos. O pensamento é a reação da memória, que se acumulou através de experiência, conhecimento, tradição. A memória é o resultado do tempo, foi herdada do animal. E é com essa formação que reagimos. Essa reação é pensar. O pensamento é essencial em certos níveis , mas quando se projeta psicologicamente como futuro e passado, cria o medo, assim como o prazer. Nesse processo a mente fica entorpecida e, desse modo, a inação é inevitável. Senhor, o medo, com já dissemos, é criado pelo pensamento. Pensamos na possibilidade de perder o emprego, de a esposa fugir com alguém, pensamos na morte, pensamos que já passou e assim por diante. Pode o pensamento parar de pensar no passado ou no futuro, psicologicamente, autodefensivamente?
Então, alguém pergunta: “É possível deixar de pensar no prazer e na dor, é possível pensar apenas quando o pensamento é requisitado, nunca de outro modo?” Quando você está trabalhando em um escritório ou fazendo qualquer outro trabalho, o pensamento é necessário; do contrário, nada poderia ser feito. Quando você fala, escreve, vai para o trabalho, o pensamento é necessário. Mas o pensamento é necessário em qualquer outro campo de ação?
Por favor, preste atenção. Para nós, o pensamento é muito importante, pois é o único instrumento que temos. O pensamento é a reação da memória, que se acumulou através de experiência, conhecimento, tradição. A memória é o resultado do tempo, foi herdada do animal. E é com essa formação que reagimos. Essa reação é pensar. O pensamento é essencial em certos níveis , mas quando se projeta psicologicamente como futuro e passado, cria o medo, assim como o prazer. Nesse processo a mente fica entorpecida e, desse modo, a inação é inevitável. Senhor, o medo, com já dissemos, é criado pelo pensamento. Pensamos na possibilidade de perder o emprego, de a esposa fugir com alguém, pensamos na morte, pensamos que já passou e assim por diante. Pode o pensamento parar de pensar no passado ou no futuro, psicologicamente, autodefensivamente?
Jiddu Krishnamurtii
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sábado, 9 de abril de 2011
PERCA O MEDO *****
Há alguns anos passei por uma crise existencial.Sabendo que aquilo era próprio de mim, pois sei de minha idiossincrasia, fui buscar resultados nos livros.
Lí, exatamente 58 livros sobre a mente.A maioria tratava-se de motivação, pensamento positivo, etc, etc.
Por coincidência, ao ler o último, encontrei a resposta ao meu caso.
Encontrei nos livros de Jiddu Krishnamurtii, indiano, considerado o maior pensador do século 20.
Lí, que o medo é projeção de nossa mente, em algo que receamos acontecer futuramente, mas sempre baseados no passado.
Porque no passado? Porque todo pensamento é velho, é morto!
Tudo o que pensamos é baseado em fatos passados, pois mesmo a pensar em fatos futuros, imaginamos com "imagens" do passado.
Por conseguinte, passamos a ter e sentir medo.
A maioria de nós é guiada pelo prazer. Para nós, assim como para os animais, o prazer é da máxima importância e faz parte do pensamento. Quando penso em algo que me deu prazer, esse prazer aumenta. Concorda? Já notou isso? Você teve uma experiência de prazer – olhando o pôr-do-sol, ou fazendo sexo-, e pensa naquilo. Pensar na experiência aumenta o prazer, assim como pensar na dor que teve gera medo. Então, o pensamento cria o prazer e o medo, não é verdade? O pensamento é responsável por desejarmos o prazer e querermos que ele continue, da mesma forma que é responsável por sentirmos medo.
O medo causa incerteza na mente e no coração, impedindo a comunicação e a compreensão. Através da percepção de nós mesmos começamos a descobrir e a compreender a causa do medo, não apenas do superficial, mas também dos medos profundamente causais e acumulativos. O medo tanto é inato como adquirido. è relacionado ao passado e, para livrar do medo o pensamento e o sentimento, o passado precisa ser compreendido através do presente. O passado está sempre querendo dar à luz o presente, e isso se torna a memória identificadora do "mim", do "meu" e do "eu". O ego é a raiz de todo medo.
Você já notou que quando dá atenção completamente a alguma coisa não há nenhum observador e, portanto, nenhum pensador, não há um centro onde você se coloca para observar? A atenção elimina o medo.
Quando você, atentamente notar que você é a origem do medo, que você é o medo, ele desaparece.
Lí, exatamente 58 livros sobre a mente.A maioria tratava-se de motivação, pensamento positivo, etc, etc.
Por coincidência, ao ler o último, encontrei a resposta ao meu caso.
Encontrei nos livros de Jiddu Krishnamurtii, indiano, considerado o maior pensador do século 20.
Lí, que o medo é projeção de nossa mente, em algo que receamos acontecer futuramente, mas sempre baseados no passado.
O pensamento é a origem do medo
O pensamento gera o medo. Penso que perdi o emprego, ou que poderei perder, e esse pensamento cria medo. O pensamento sempre se projeta no tempo, porque pensamento é tempo.Porque no passado? Porque todo pensamento é velho, é morto!
Tudo o que pensamos é baseado em fatos passados, pois mesmo a pensar em fatos futuros, imaginamos com "imagens" do passado.
Por conseguinte, passamos a ter e sentir medo.
A maioria de nós é guiada pelo prazer. Para nós, assim como para os animais, o prazer é da máxima importância e faz parte do pensamento. Quando penso em algo que me deu prazer, esse prazer aumenta. Concorda? Já notou isso? Você teve uma experiência de prazer – olhando o pôr-do-sol, ou fazendo sexo-, e pensa naquilo. Pensar na experiência aumenta o prazer, assim como pensar na dor que teve gera medo. Então, o pensamento cria o prazer e o medo, não é verdade? O pensamento é responsável por desejarmos o prazer e querermos que ele continue, da mesma forma que é responsável por sentirmos medo.
O medo causa incerteza na mente e no coração, impedindo a comunicação e a compreensão. Através da percepção de nós mesmos começamos a descobrir e a compreender a causa do medo, não apenas do superficial, mas também dos medos profundamente causais e acumulativos. O medo tanto é inato como adquirido. è relacionado ao passado e, para livrar do medo o pensamento e o sentimento, o passado precisa ser compreendido através do presente. O passado está sempre querendo dar à luz o presente, e isso se torna a memória identificadora do "mim", do "meu" e do "eu". O ego é a raiz de todo medo.
Você já notou que quando dá atenção completamente a alguma coisa não há nenhum observador e, portanto, nenhum pensador, não há um centro onde você se coloca para observar? A atenção elimina o medo.
Quando você, atentamente notar que você é a origem do medo, que você é o medo, ele desaparece.
sexta-feira, 18 de março de 2011
O MEDO...*****
Todos temos medo. Medo de morrer, medo de cair, medo de ser atacado.
Temos medo de doenças,medo de as vezes falar a verdade, enfim, temos muitos tipos de medo.
E, vivemos com eles durante toda a vida.
Sofremos com isso,deixamos de fazer muitas coisas que queremos, omitimos,passamos vontade.
O medo impede-nos, muitas vezes, de fazermos o que queremos. Falar à alguem que amamos, falar uma verdade à um superior, com medo de demissão ou "bronca".
Sofremos com isso, sofremos sim....
Porém, como disse o pensador indiano Jiddu Krishnamurti, "O medo Somos Nós". Sim, nós.
Projetamos nosso medo no futuro, baseados em pensamentos passados, pois todo pensamento é "morto".
É passado.
Quando nos dermos ciência de que " nós somos o medo ", que nós o criamos, quando sentirmos realmente isso dentro nós, o medo desaparecerá.
Juma Durski
--
Temos medo de doenças,medo de as vezes falar a verdade, enfim, temos muitos tipos de medo.
E, vivemos com eles durante toda a vida.
Sofremos com isso,deixamos de fazer muitas coisas que queremos, omitimos,passamos vontade.
O medo impede-nos, muitas vezes, de fazermos o que queremos. Falar à alguem que amamos, falar uma verdade à um superior, com medo de demissão ou "bronca".
Sofremos com isso, sofremos sim....
Porém, como disse o pensador indiano Jiddu Krishnamurti, "O medo Somos Nós". Sim, nós.
Projetamos nosso medo no futuro, baseados em pensamentos passados, pois todo pensamento é "morto".
É passado.
Quando nos dermos ciência de que " nós somos o medo ", que nós o criamos, quando sentirmos realmente isso dentro nós, o medo desaparecerá.
Juma Durski
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