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domingo, 10 de junho de 2012

CONHECE AYN RAND ?



Frase da filósofa russo-americana Ayn Rand ( fugitiva da revolução russa, que chegou aos Estados Unidos na metade da década de 1920), mostrando uma visão com conhecimento de causa:
"Quando você perceber que, para produzir, precisa obter a autorização de quem não produz nada; quando comprovar que o dinheiro flui para quem negocia não com bens, mas com favores; quando perceber que muitos ficam ricos pelo suborno e por influência, mais que pelo trabalho, e que as leis não nos protegem deles, mas, pelo contrário, são eles que estão protegidos de você;
quando perceber que a corrupção é recompensada, e a honestidade se converte em auto sacrifício; então poderá afirmar, sem temor de errar, que sua sociedade está condenada".

segunda-feira, 23 de abril de 2012

SCHOPENHAUER E A MÚSICA *****



Segundo Schopenhauer, ao tomar consciência de si, o homem se experiencia como um ser movido por aspirações e paixões. Estas constituem a unidade da Vontade, compreendida como o princípio norteador da vida humana. Voltando o olhar para a natureza, o filósofo percebe esta mesma Vontade presente em todos os seres, figurando como fundamento de todo e qualquer movimento. O impulso do desejo, não se dá de forma consciente , ele ao contrário, se desdobra desde o inorgânico até o homem, que deseja sua preservação. A consciência humana seria uma mera superfície que tenta encobrir, a irracionalidade inerente à vontade. Sendo deste modo compreendida, ela constitui, igualmente, a causa de todo sofrimento, uma vez que lança os entes em uma cadeia perpétua de aspirações sem fim, o que provoca a dor de permanecer algo que jamais consegue completar-se. Segundo tal concepção pessimista, o prazer consiste apenas na supressão momentânea da dor; esta é a única e verdadeira realidade.
Contudo, há alguns caminhos que possibilitam ao homem escapar da vontade, e assim, da dor que ela acarreta. A primeira via é a da arte. Schopenhauer traça uma hierarquia presente nas manifestações artísticas, onde o último patamar da contemplação reside na experiência musical; a música, por ser independente de toda imagem externa, é capaz de nos apresentar a pura Vontade em seus movimentos próprios; a música é, pois, a própria vontade encarnada.

sexta-feira, 25 de março de 2011

ROCK IN RIO VISTO POR UM FILÓSOFO *****

 Rafael Fernando Hack, é doutorando em filosofia, e nos dá sua opinião, sobre essa farsa, que disfarça,e usa o Rock 'N' Roll como fachada:
O Rock and Roll é o mais subversivo movimento cultural que já existiu na história da humanidade.
Sua expressão é atemporal, independe de modismos e, mais do que isso, rompe com os modismos socialmente impostos. O Rock and Roll – e, evidentemente suas variantes -, é a mais fina flor da contracultura. Aí que se coloca a questão: como pseudo-artistas midiáticos que evidentemente compactuam com esses valores pequeno-burgueses podem se enquadrar no “Rock”?
O Rock embalou a juventude dos anos 60 promovendo uma revolução dos costumes, isto é, quebrando com a hipocrisia imperialista norte-americana. Além disso, algumas de suas variantes questionaram diretamente as autoridades estabelecidas, como o punk rock no Reino Unido. Rock é atitude, inconformismo, ruptura.
Axé, pagode e sertanejo possuem uma outra classificação (algumas pessoas insistem em chamar isso de música) estas pérolas da cultura deveriam ficar confinadas em seus redutos!