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domingo, 8 de maio de 2011
domingo, 13 de março de 2011
DE MEU PAI....PARA MINHA MÃE*****
Pouco antes de casar, meu pai enviou esse poema à minha mãe.Ela guardou até o final de seus dias:
Assim, ambos assim no mesmo passo,
iremos seguindo a mesma estrada...
Tu, no meu braço trêmulo amparada,
e, eu, amparado no teu lindo braço.
Pela estrada da vida seguiremos,
plantando sementes e colhendo flores.
Recebendo espinhos, sorrindo entre lágrimas,
como se essa estrada fosse...
O mais florido de todos os caminhos!
Assim, ambos assim, no mesmo passo...
Já se faz longa a caminhada.
Continuas no meu braço trêmulo,
amparada, e eu, amparado no teu lindo braço...
Sementes plantadas, flores colhidas,
espinhos cravados ao longo da vida.
Frutos... quantos frutos...!
Multiplicados, divididos, somados e subtraídos.
Assim, ambos assim, no mesmo passo,
iremos seguindo a mesma estrada, quando te faltará o meu trêmulo braço...?
Ou, quando me faltará o teu lindo braço?
Se um ou outro..., com certeza seguiremos,
um sobre o outro plantando flores...
Tornando assim, o próprio sofrer mais ameno,
como se com o colorido, isso possível fosse!
Assim, tão só... Eu ou você aprenderemos,
que por mais amor que possamos um pelo outro ter,
impossível é... Um ao outro não fazer sofrer...!
domingo, 6 de fevereiro de 2011
MEU PAI.............PARA MINHA MÃE ! *****
Pouco antes de casar, meu pai enviou esse poema à minha mãe.Ela guardou até o final de seus dias:
Assim, ambos assim no mesmo passo,
iremos seguindo a mesma estrada...
Tu, no meu braço trêmulo amparada,
e, eu, amparado no teu lindo braço.
Pela estrada da vida seguiremos,
plantando sementes e colhendo flores.
Recebendo espinhos, sorrindo entre lágrimas,
como se essa estrada fosse...
O mais florido de todos os caminhos!
Assim, ambos assim, no mesmo passo...
Já se faz longa a caminhada.
Continuas no meu braço trêmulo,
amparada, e eu, amparado no teu lindo braço...
Sementes plantadas, flores colhidas,
espinhos cravados ao longo da vida.
Frutos... quantos frutos...!
Multiplicados, divididos, somados e subtraídos.
Assim, ambos assim, no mesmo passo,
iremos seguindo a mesma estrada,
quando te faltará o meu trêmulo braço...?
Ou, quando me faltará o teu lindo braço?
Se um ou outro..., com certeza seguiremos,
um sobre o outro plantando flores...
Tornando assim, o próprio sofrer mais ameno,
como se com o colorido, isso possível fosse!
Assim, tão só... Eu ou você aprenderemos,
que por mais amor que possamos um pelo outro ter,
impossível é... Um ao outro não fazer sofrer...!
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