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quarta-feira, 13 de abril de 2011
BLOG DO JUMA NA COLUNA DO ELY *****
"Caso seja concretizada a parceria", esse blogueiro enviará semanalmente uma matéria para o Ely Rodrigues.
Ely Rodrigues é radialista em Campo Mourão, na Rádio Rural FM, e tem um site muito acessado.
Jornalistas experiente, veja um dos casos perigosos que o Ely enfrentou, durante sua carreira:
A transmissão que jamais teria feito foi nos anos 80, quando a PM cercou bandidos dentro de um mercado e resolvi transmitir ao vivo no orelhão. O problema é que o orelhão ficava entre o mercado onde estavam os bandidos e os policiais. No meio da transmissão começou um tiroteio e duas balas acertaram o orelhão. Mas estou vivo (graças a Deus)...
Caso dê certo, estaremos com o Ely.
Visitem seu site: COLUNA DO ELY : http://www.colunadoely.com.br/
Juma - Oslo, novembro de 2010
quinta-feira, 10 de março de 2011
CARNAVAL ? ******
“Acabou nosso carnaval / Ninguém ouve cantar canções/ Ninguém passa mais brincando feliz”.
É, agora ninguém mais brinca de ser rei ou rainha, menestrel ou jogralesa.
Todo mundo abaixa a cabeça diante do peso da realidade.
Ninguém mais joga confetes nem serpentinas para dar mais brilho ao baile de carnaval.
Todos voltam a reclamar das coisas cotidianas, falar que tudo é culpa do governo, tomar conta da vida alheia... Todos voltam a prestar atenção nas coisas que realmente precisam de atenção.
Na quarta-feira, todos voltam ao trabalho, quer estejamos bem ou não. Mas o Brasil só volta mesmo na quinta, com exceção da Bahia, que tem um carnaval por ano e dura o ano todo.
Acabado esse samba todo, esse axé, esse funk, entre outros ritmos que se toca nas festas de carnaval, onde fica o nosso orgulho de sermos brasileiros?
Extraído do Blog do Pedro da Veiga*****
domingo, 6 de março de 2011
AMIGOS DO BLOG E DO JUMA *****
Olá João Marcos !
Amizade é uma semente que cultivada rende frutos e deles outras sementes, e frutos... Não há colheita que a ceife, não há chuva que a mate, não há intempérie que a fulmine.
O tempo passou, mas o brilho de uma convivência distante permanece na lembrança, marcada por momentos alegres de sorrisos e brincadeiras que cessam, mas não morrem jamais.
É sempre um prazer conversar e recordar, mas não há o que mate as saudades da sua alegria!
Grande abraço !
Eliane
Amizade é uma semente que cultivada rende frutos e deles outras sementes, e frutos... Não há colheita que a ceife, não há chuva que a mate, não há intempérie que a fulmine.
O tempo passou, mas o brilho de uma convivência distante permanece na lembrança, marcada por momentos alegres de sorrisos e brincadeiras que cessam, mas não morrem jamais.
É sempre um prazer conversar e recordar, mas não há o que mate as saudades da sua alegria!
Grande abraço !
Eliane
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quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011
MEU AMIGO LUIZ DOMINGUES *****
Sou Luiz Domingues, 51 anos de idade, nascido em São Paulo-SP.
Comecei a curtir música com maior interesse a partir dos oito anos de idade, em 1968 e já a partir de 1970, começar a entender a música em geral e o Rock em específico.
No final de 1974 e meados de 1975, o bichinho da música já havia me mordido definitivamente, mas só em abril de 1976 comecei de fato a ter contato com um instrumento e formei com amigos do colégio, minha primeira banda, que teve vários nomes e formações até se estabilizar como "Boca do Céu"nos primeiros meses de 1977.
Antes um pouco, preciso contar que arrumamos um vocalista de forma curiosa: Ele veio graças a um anúncio que publicamos na revista "Rock, a história e a glória"...Um cara que depois ganharia espaço e faria (faz) uma carreira como artista multimídia, Laert Sarrumor, lider do "Lingua de Trapo".
Com essa banda, entre os últimos meses de 1976 e o início de 1979, fizemos o circuito de pequenas apresentações em festivais escolares e chegamos a tocar no Fico de 1977, festival do colégio Objetivo, com estrutura de festival consagrado, com eliminatórias no ginásio do Palmeiras para cinco mil pessoas presentes, transmissão pela Rede Bandeirantes de TV e artistas consagrados nos shows especiais ( Originais do Samba com Mussum ainda na formação e As Frenéticas, respectivamente nas duas eliminatórias que participamos).
A fragilidade óbvia de uma banda iniciante com a mentalidade setentista de qualidade, não nos levaria adiante e é claro que aquela banda era um trampolim para voos maiores. Depois da mentalidade punk, esse padrão de qualidade ruiu, pois vejo bandas respaldadas pelo salvo-conduto da ruindade fazendo estrondoso sucesso na mídia, graças ao "Do it Yourself", mas na realidade se escorando no conceito da tosquice. O Boca do Céu seria uma super banda se fossemos adolescentes hoje em dia...
Em 1979, o Laert Sarrumor entrou na Faculdade de Comunicação Casper Líbero e formou um grupo de música e poesia entre seus colegas para realizar pequenos saraus nas atividades culturais da faculdade. Como não havia nenhum baixista, me convidou a participar, mesmo eu ainda sendo um estudante secundarista. Entrei para o grupo e as apresentações foram se multiplicando no circuito universitário, quase formando uma agenda profissional. O grupo foi deixando de lado o caráter poético e intimista e foi adotando a veia do humor cáustico , de verve política, especialidade de Laert Sarrumor e dessa forma, com o apoio de outros com esse talento (Carlos Mello, Guca Mastrodomênico), fundou-se o Lingua de Trapo, banda de sátira e humor, da qual tive a honra de ser membro-fundador, ficando na banda de 1979 até 1981.
Concomitante ao Lingua de Trapo em seus primeiros movimentos, fiz vários trabalhos, acompanhando cantores, gravando e participando de uma banda cover na noite de São Paulo.
Nesse período, destaco ter acompanhado o ator/diretor/cantor Tato Fischer numa mini tour pelos teatros Municipais de São Paulo e ter tocado três anos , de 1979 a 1982 na banda de covers "Terra no Asfalto"pelo circuito de casas noturnas de São Paulo.
Em 1982, fundei A Chave do Sol junto ao guitarrista Rubens Gióia e o baterista José Luis Dinola.
Foi nessa banda que comecei a ter uma projeção maior graças às aparições na TV, que foram muitas e a consequente repercussão com shows, discos e mais oportunidades na mídia.
Nesse interim, tive uma segunda passagem pelo Lingua de Trapo, entre 1983 e 1984, onde a banda havia crescido bastante e com um empresário e espaço na mídia, fiz muitos shows e gravei um compacto ao vivo no teatro Lira Paulistana em São Paulo, sob o nome de "Sem indiretas" (Uma clara alusão ao clima da época de clamor às eleições diretas no Brasil), pelo Selo Lira Paulistana.
Voltando à Chave do Sol, a banda durou até 1989 e lançou quatro discos: 1) Compacto Simples (Luz e 18 Horas) - Selo Baratos Afins(1984) ;
2) Ep (Anjo Rebelde) - Selo Baratos Afins (1985) ; 3) LP The Key - Selo Rock Brigade (1987) e 4) LP A New Revolution - Selo Devil's Discos (1989).
Com o fim das atividades da Chave do Sol, me dediquei às aulas de baixo que já vinha mantendo desde 1987 e que durou até 1999.
Em 1992, recebi o convite do guitarrista Chris Skepis e fundamos junto ao guitarrista Deca (Atual "Baranga") e Juan Pastor(Baterista) a banda "Pitbulls on Crack. Fiquei com eles até 1997, tendo feito muitos shows e gravado dois discos: 1) Coletânea "A voz do Brasil" - Selo Eldorado (Com duas músicas) (1993) e 2) Lift Off - Selo Velas (1996) .
Em 1997, dediquei-me a um novo projeto e juntando-me ao ex-baterista da Chave do Sol , José Luis Dinola, e mais as presenças dos jovens multi-instrumentistas Rodrigo Hid e Marcello Schevano, fundamos o Sidharta com o intuito de produzir um som calcado 100% nas nossas influências dos anos 1960/1970.
Desse projeto, foram compostas 21 músicas e com a repentina saída de José Luis Dinola antes mesmo de gravarmos ou fazermos apresentações, convidamos o baterista Rolando Castello Júnior para abraçar o projeto. Naturalmente ele nos convenceu que seria contraproducente iniciar um trabalho da estaca zero e daí, propôs transformar o Sidharta na volta da Patrulha do Espaço.
Dessa forma, essa formação durou de 1999 a 2004, tendo gravado cinco Cd's e feito muitos shows.
O primeiro trabalho de inéditas, chamado "Chronophagia", teve 13 entre suas 16 músicas, oriundas do projeto Sidharta.
Eis a discografia: 1) Chronophagia (2000); 2) Dossiê Volume 4 (Coletânea contando a história da banda de 1992 a 2000 e portanto já abrangendo a nossa fase. Tem algumas músicas do Chronophagia e algumas ao vivo de shows de 2000)(2001); 3) .COMpacto;(2003) 4) Missão na área 13 (2004) e 5) Capturados ao vivo no Centro Cultural São Paulo (Ao vivo) (2005). Todos os CD's lançados de forma independente.
No final de 2004, recebi o convite do guitarrista Xando Zupo para integrar uma nova banda, que foi batizada como: "Pedra"
Por ora, a discografia é: 1) Pedra (2006) e 2) Pedra II (2008). No ano de 2010, lançamos cinco músicas inéditas na internet, com respectivo video promocional no You Tube e o plano é continuar com essa dinâmica neste ano. Já temos três novas prontas, na fila da mixagem e duas compostas , esperando para serem gravadas.
Espero ter mais coisas a contar, pois quero tocar muito ainda.
Um grande abraço ao Juma e aos seus leitores/ouvintes !
Luiz Domingues
Comecei a curtir música com maior interesse a partir dos oito anos de idade, em 1968 e já a partir de 1970, começar a entender a música em geral e o Rock em específico.
No final de 1974 e meados de 1975, o bichinho da música já havia me mordido definitivamente, mas só em abril de 1976 comecei de fato a ter contato com um instrumento e formei com amigos do colégio, minha primeira banda, que teve vários nomes e formações até se estabilizar como "Boca do Céu"nos primeiros meses de 1977.
Antes um pouco, preciso contar que arrumamos um vocalista de forma curiosa: Ele veio graças a um anúncio que publicamos na revista "Rock, a história e a glória"...Um cara que depois ganharia espaço e faria (faz) uma carreira como artista multimídia, Laert Sarrumor, lider do "Lingua de Trapo".
Com essa banda, entre os últimos meses de 1976 e o início de 1979, fizemos o circuito de pequenas apresentações em festivais escolares e chegamos a tocar no Fico de 1977, festival do colégio Objetivo, com estrutura de festival consagrado, com eliminatórias no ginásio do Palmeiras para cinco mil pessoas presentes, transmissão pela Rede Bandeirantes de TV e artistas consagrados nos shows especiais ( Originais do Samba com Mussum ainda na formação e As Frenéticas, respectivamente nas duas eliminatórias que participamos).
A fragilidade óbvia de uma banda iniciante com a mentalidade setentista de qualidade, não nos levaria adiante e é claro que aquela banda era um trampolim para voos maiores. Depois da mentalidade punk, esse padrão de qualidade ruiu, pois vejo bandas respaldadas pelo salvo-conduto da ruindade fazendo estrondoso sucesso na mídia, graças ao "Do it Yourself", mas na realidade se escorando no conceito da tosquice. O Boca do Céu seria uma super banda se fossemos adolescentes hoje em dia...
Em 1979, o Laert Sarrumor entrou na Faculdade de Comunicação Casper Líbero e formou um grupo de música e poesia entre seus colegas para realizar pequenos saraus nas atividades culturais da faculdade. Como não havia nenhum baixista, me convidou a participar, mesmo eu ainda sendo um estudante secundarista. Entrei para o grupo e as apresentações foram se multiplicando no circuito universitário, quase formando uma agenda profissional. O grupo foi deixando de lado o caráter poético e intimista e foi adotando a veia do humor cáustico , de verve política, especialidade de Laert Sarrumor e dessa forma, com o apoio de outros com esse talento (Carlos Mello, Guca Mastrodomênico), fundou-se o Lingua de Trapo, banda de sátira e humor, da qual tive a honra de ser membro-fundador, ficando na banda de 1979 até 1981.
Concomitante ao Lingua de Trapo em seus primeiros movimentos, fiz vários trabalhos, acompanhando cantores, gravando e participando de uma banda cover na noite de São Paulo.
Nesse período, destaco ter acompanhado o ator/diretor/cantor Tato Fischer numa mini tour pelos teatros Municipais de São Paulo e ter tocado três anos , de 1979 a 1982 na banda de covers "Terra no Asfalto"pelo circuito de casas noturnas de São Paulo.
Em 1982, fundei A Chave do Sol junto ao guitarrista Rubens Gióia e o baterista José Luis Dinola.
Foi nessa banda que comecei a ter uma projeção maior graças às aparições na TV, que foram muitas e a consequente repercussão com shows, discos e mais oportunidades na mídia.
Nesse interim, tive uma segunda passagem pelo Lingua de Trapo, entre 1983 e 1984, onde a banda havia crescido bastante e com um empresário e espaço na mídia, fiz muitos shows e gravei um compacto ao vivo no teatro Lira Paulistana em São Paulo, sob o nome de "Sem indiretas" (Uma clara alusão ao clima da época de clamor às eleições diretas no Brasil), pelo Selo Lira Paulistana.
Voltando à Chave do Sol, a banda durou até 1989 e lançou quatro discos: 1) Compacto Simples (Luz e 18 Horas) - Selo Baratos Afins(1984) ;
2) Ep (Anjo Rebelde) - Selo Baratos Afins (1985) ; 3) LP The Key - Selo Rock Brigade (1987) e 4) LP A New Revolution - Selo Devil's Discos (1989).
Com o fim das atividades da Chave do Sol, me dediquei às aulas de baixo que já vinha mantendo desde 1987 e que durou até 1999.
Em 1992, recebi o convite do guitarrista Chris Skepis e fundamos junto ao guitarrista Deca (Atual "Baranga") e Juan Pastor(Baterista) a banda "Pitbulls on Crack. Fiquei com eles até 1997, tendo feito muitos shows e gravado dois discos: 1) Coletânea "A voz do Brasil" - Selo Eldorado (Com duas músicas) (1993) e 2) Lift Off - Selo Velas (1996) .
Em 1997, dediquei-me a um novo projeto e juntando-me ao ex-baterista da Chave do Sol , José Luis Dinola, e mais as presenças dos jovens multi-instrumentistas Rodrigo Hid e Marcello Schevano, fundamos o Sidharta com o intuito de produzir um som calcado 100% nas nossas influências dos anos 1960/1970.
Desse projeto, foram compostas 21 músicas e com a repentina saída de José Luis Dinola antes mesmo de gravarmos ou fazermos apresentações, convidamos o baterista Rolando Castello Júnior para abraçar o projeto. Naturalmente ele nos convenceu que seria contraproducente iniciar um trabalho da estaca zero e daí, propôs transformar o Sidharta na volta da Patrulha do Espaço.
Dessa forma, essa formação durou de 1999 a 2004, tendo gravado cinco Cd's e feito muitos shows.
O primeiro trabalho de inéditas, chamado "Chronophagia", teve 13 entre suas 16 músicas, oriundas do projeto Sidharta.
Eis a discografia: 1) Chronophagia (2000); 2) Dossiê Volume 4 (Coletânea contando a história da banda de 1992 a 2000 e portanto já abrangendo a nossa fase. Tem algumas músicas do Chronophagia e algumas ao vivo de shows de 2000)(2001); 3) .COMpacto;(2003) 4) Missão na área 13 (2004) e 5) Capturados ao vivo no Centro Cultural São Paulo (Ao vivo) (2005). Todos os CD's lançados de forma independente.
No final de 2004, recebi o convite do guitarrista Xando Zupo para integrar uma nova banda, que foi batizada como: "Pedra"
Por ora, a discografia é: 1) Pedra (2006) e 2) Pedra II (2008). No ano de 2010, lançamos cinco músicas inéditas na internet, com respectivo video promocional no You Tube e o plano é continuar com essa dinâmica neste ano. Já temos três novas prontas, na fila da mixagem e duas compostas , esperando para serem gravadas.
Espero ter mais coisas a contar, pois quero tocar muito ainda.
Um grande abraço ao Juma e aos seus leitores/ouvintes !
Luiz Domingues
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domingo, 20 de fevereiro de 2011
CALMA.......MUITA CALMA....******
Cada pessoa tem uma maneira diferente de agir diante de situações estressantes e provocantes, onde quase sempre acabam cometendo algum tipo de erro, descontando em tudo e todos.
Se você perde a cabeça com facilidade, se estressa por pouca coisa, ou seja, tem o “pavio curto” talvez tenha o costuma de culpar os outros por seus ataques. Como por exemplo, dizendo coisas como: “Ela (e) que começou” ou “Ele (a) que me tirou do sério”. Neste caso indica que o controle de sua emoção esta sendo jogada nas mãos dos outros, não assumindo seus próprios erros, cometendo-os até mesmo sem perceber.
Nesses casos devemos agir com responsabilidade e com muita calma; o primeiro passo é admitir que manter a calma depende só de você e de mais ninguém.Então não culpe os outros, admita a si mesmo onde errou, o que fez , como está agindo e se precisa de todo esse “estresse” nesse momento, procurando manter a calma para não cometer erros com as pessoas “erradas” ou seja aquelas que nem sabem o motivo do tal estresse e da situação em que está se passando.
Depois de assumir com responsabilidade por suas ações, você estará em melhores condições de controlá-las, se sentindo melhor com você mesmo e com todas as pessoas.
Portanto, quando for provocado, respire fundo, baixe o tom da voz e fale devagar; mantenha o controle prestando bem atenção nas atitudes a serem tomadas e nas palavras pronunciadas, o que com o tempo o autocontrole será de espontaneidade.
Se você perde a cabeça com facilidade, se estressa por pouca coisa, ou seja, tem o “pavio curto” talvez tenha o costuma de culpar os outros por seus ataques. Como por exemplo, dizendo coisas como: “Ela (e) que começou” ou “Ele (a) que me tirou do sério”. Neste caso indica que o controle de sua emoção esta sendo jogada nas mãos dos outros, não assumindo seus próprios erros, cometendo-os até mesmo sem perceber.
Nesses casos devemos agir com responsabilidade e com muita calma; o primeiro passo é admitir que manter a calma depende só de você e de mais ninguém.Então não culpe os outros, admita a si mesmo onde errou, o que fez , como está agindo e se precisa de todo esse “estresse” nesse momento, procurando manter a calma para não cometer erros com as pessoas “erradas” ou seja aquelas que nem sabem o motivo do tal estresse e da situação em que está se passando.
Depois de assumir com responsabilidade por suas ações, você estará em melhores condições de controlá-las, se sentindo melhor com você mesmo e com todas as pessoas.
Portanto, quando for provocado, respire fundo, baixe o tom da voz e fale devagar; mantenha o controle prestando bem atenção nas atitudes a serem tomadas e nas palavras pronunciadas, o que com o tempo o autocontrole será de espontaneidade.
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quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
A INTERNET NO BRASIL ****
O Brasil ocupa o oitavo lugar da audiência mundial da internet, segundo a comScore – empresa mundial de pesquisas. Segundo o levantamento “Estado da Internet”, publicado nesta quarta-feira (9), no país há 40 milhões de visitas únicas, feitas por pessoas mais de 15 anos que acessam a internet ao menos uma vez por semana.
A audiência do país passou de 33,3 milhões de usuários em dezembro de 2009 para 40 milhões em 2010, um crescimento de quase 20%. Segundo Alex Banks, gerente geral da comScore Brasil, o país nos últimos três meses do ano passou o Reino Unido. “Nos próximos anos, Brasil e Índia devem ultrapassar a França no número de usuários acessando a web.”
Os dez primeiros países, em ordem, com o maior número de visitantes únicos são: China (291,54 milhões), Estados Unidos (180,92 milhões), Japão (73 milhões), Alemanha (49,3 milhões), Rússia (46,1 milhões), França (41,9 milhões), Índia (41,5 milhões), Brasil (39,96 milhões), Reino Unido (38,6 milhões) e Coreia do Sul (30,2 milhões).
terça-feira, 8 de fevereiro de 2011
POUCOS VIRAM ISSO ***
Praça Getúlio Vargas em Campo Mourão, no início da década de 50.
Entre os carros, era uma raia de cavalos.
A casa branca aos fundos, a Sapataria Paulista.
À direita, o Hotel Central
Entre os carros, era uma raia de cavalos.
A casa branca aos fundos, a Sapataria Paulista.
À direita, o Hotel Central
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
LEÃO DA METRO .......LEMBRA DELE?
Na foto, você vê a criação do logotipo do estúdio Metro Goldwyn Mayer (1924).
O Famoso Leão que aparece no início dos filmes dessa produtora. MGM.
A MGM foi comprada em 2004 por um consórcio de empresas comandado pelo grupo japonês Sony Pictures Entertainment.
domingo, 23 de janeiro de 2011
sábado, 22 de janeiro de 2011
PARABENS SERGIO KFFURI *** Grande amigo !!!!
Parabéns para um dos melhores amigos que tenho! João Sergio Kffuri !
Acho que até minha mãe, que adorava esse turco, "despediu-se", em homenagem ao dia em que o "Kifa"faz aniversário! Valeu Sergio!
Feliz Aniversário !
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