John Lennon - Elvis Presley - 27/08/1965
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sexta-feira, 22 de novembro de 2013
quarta-feira, 13 de novembro de 2013
sexta-feira, 22 de junho de 2012
KING CREOLE ...COM ELVIS PRESLEY
Por Luiz Domigues - músico
Elvis Presley já era o Rei do Rock em 1958, consagrado nacionalmente e com a fama espalhando-se pelo mundo afora, graças também àquela recente empreitada em que se meteu, ao atuar como ator em produções Hollywoodianas.
Genial sacada de marketing, numa época em que tal conceito de gerenciamento de carreira apenas engatinhava e as coisas aconteciam na base da intuição e improviso.
Com o sucesso de "Love me Tender", logo surgiu o convite para um novo filme, desta feita ambientado no tempo contemporâneo e não na época da Guerra de Secessão Americana (1861 - 1865), como o anterior.
E assim surgiu "King Creole", uma película onde a belíssima cidade de New Orleans serviu de cenário e farta inspiração musical.
A estória gira em torno de um rapaz simples (Danny Fisher, interpretado por Elvis Presley), que esforça-se para estudar e ajudar o pai no serviço.
Numa manhã de um dia de trabalho normal, Danny acaba salvando a bela Ronnie (Carolyn Jones), de uma situação embaraçosa e esta lhe beija, provocando ciumeiras e confusões para o rapaz.
Numa emboscada, briga com uma gang por conta desse envolvimento com a garota e se defende tão bem que os delinquentes o convidam a entrar na gang.
E nesse conflito entre ser bom e mau menino, vai levando o personagem em meio às confusões, com brigas, garotas e canções, que eram os elementos primordiais em todos os filmes estrelados por Elvis.
Só que "King Creole" tinha diferenciais em relação aos demais filmes que vieram depois.
Em primeiro lugar, o fato de ter New Orleans como cenário, conferiu-lhe uma musicalidade incrível.
Diversos números musicais do filme, mostraram a marca registrada daquela linda cidade afrancesada. O acento jazzístico misturou-se ao Blues, com Dixieland, Honk Tonk, Bluegrass e outras tendências musicais derivadas, dando aos Rocks e às baladas, um sabor típicamente "Kreole", como o título do filme sugeriu.
Outro diferencial, foi o esmero da produção em contratar um diretor veterano e consagrado, na figura de Michael Curtiz (Casablanca, Captain Blood, Angels With Dirty Face etc). Este por sua vez torceu o nariz quando soube que o cantor Elvis Presley faria o protagonista, mas ao final das filmagens era só elogios ao profissionalismo dele e até admitiu que Elvis tinha potencial para ser um grande ator e tinha sido uma escolha acertada para o papel.
E também no elenco, pois com Walter Mathau, Carolyn Jones, Vic Morrow e Dean Jagger, atores de primeira linha, o filme ficou encorpado.
As músicas são incríveis. Só por "Trouble", com arranjo Dixieland, o filme já valeria a pena, mas tem também "King Creole", "Crawfish", "Dixieland Rock", "Lover Doll", "Hard Headed Woman" e uma série de outras, sensacionais não só por esse sabor de New Orleans, mas pela performance de Elvis, cantando demais.
E como curiosidade, a produção do filme negociou com o exército americano, o adiamento da convocação de Elvis para que pudesse concluir as filmagens. Com prorrogação de 60 dias, ele pode concluir sua atuação, tranquilamente. De onde se conclui que até o Tio Sam colaborou...
O filme foi um estouro de bilheteria e assegurou a continuidade vitoriosa da carreira de Elvis tanto na música , quanto no cinema, mesmo com o hiato dele servir o exército por meses, numa base localizada na Alemanha.
Se você gosta dos filmes açucarados que ele fêz depois, talvez ache King Creole, sério demais. Mas se pensar o contrário, achará substância em King Creole, que é muito provavelmente, o melhor filme da sua carreira como ator.
Elvis Presley já era o Rei do Rock em 1958, consagrado nacionalmente e com a fama espalhando-se pelo mundo afora, graças também àquela recente empreitada em que se meteu, ao atuar como ator em produções Hollywoodianas.
Genial sacada de marketing, numa época em que tal conceito de gerenciamento de carreira apenas engatinhava e as coisas aconteciam na base da intuição e improviso.
Com o sucesso de "Love me Tender", logo surgiu o convite para um novo filme, desta feita ambientado no tempo contemporâneo e não na época da Guerra de Secessão Americana (1861 - 1865), como o anterior.
E assim surgiu "King Creole", uma película onde a belíssima cidade de New Orleans serviu de cenário e farta inspiração musical.
A estória gira em torno de um rapaz simples (Danny Fisher, interpretado por Elvis Presley), que esforça-se para estudar e ajudar o pai no serviço.
Numa manhã de um dia de trabalho normal, Danny acaba salvando a bela Ronnie (Carolyn Jones), de uma situação embaraçosa e esta lhe beija, provocando ciumeiras e confusões para o rapaz.
Numa emboscada, briga com uma gang por conta desse envolvimento com a garota e se defende tão bem que os delinquentes o convidam a entrar na gang.
E nesse conflito entre ser bom e mau menino, vai levando o personagem em meio às confusões, com brigas, garotas e canções, que eram os elementos primordiais em todos os filmes estrelados por Elvis.
Só que "King Creole" tinha diferenciais em relação aos demais filmes que vieram depois.
Em primeiro lugar, o fato de ter New Orleans como cenário, conferiu-lhe uma musicalidade incrível.
Diversos números musicais do filme, mostraram a marca registrada daquela linda cidade afrancesada. O acento jazzístico misturou-se ao Blues, com Dixieland, Honk Tonk, Bluegrass e outras tendências musicais derivadas, dando aos Rocks e às baladas, um sabor típicamente "Kreole", como o título do filme sugeriu.
Outro diferencial, foi o esmero da produção em contratar um diretor veterano e consagrado, na figura de Michael Curtiz (Casablanca, Captain Blood, Angels With Dirty Face etc). Este por sua vez torceu o nariz quando soube que o cantor Elvis Presley faria o protagonista, mas ao final das filmagens era só elogios ao profissionalismo dele e até admitiu que Elvis tinha potencial para ser um grande ator e tinha sido uma escolha acertada para o papel.
E também no elenco, pois com Walter Mathau, Carolyn Jones, Vic Morrow e Dean Jagger, atores de primeira linha, o filme ficou encorpado.
As músicas são incríveis. Só por "Trouble", com arranjo Dixieland, o filme já valeria a pena, mas tem também "King Creole", "Crawfish", "Dixieland Rock", "Lover Doll", "Hard Headed Woman" e uma série de outras, sensacionais não só por esse sabor de New Orleans, mas pela performance de Elvis, cantando demais.
E como curiosidade, a produção do filme negociou com o exército americano, o adiamento da convocação de Elvis para que pudesse concluir as filmagens. Com prorrogação de 60 dias, ele pode concluir sua atuação, tranquilamente. De onde se conclui que até o Tio Sam colaborou...
O filme foi um estouro de bilheteria e assegurou a continuidade vitoriosa da carreira de Elvis tanto na música , quanto no cinema, mesmo com o hiato dele servir o exército por meses, numa base localizada na Alemanha.
Se você gosta dos filmes açucarados que ele fêz depois, talvez ache King Creole, sério demais. Mas se pensar o contrário, achará substância em King Creole, que é muito provavelmente, o melhor filme da sua carreira como ator.
sábado, 16 de abril de 2011
VANESSA NAIDA E OS FAMOSOS *****
Vanessa Naida é uma jovem de Campo Mourão, atualmente faz Radiologia em Londrina, e desenvolve trabalhos em um hospital de lá.
Ela encontrou um artigo interessante, sobre o que faziam alguns famosos, antes da fama.
Vamos ver?
Elvis Presley
lanterninha de cinema, empacotador, cortador de grama e motorista de caminhão
Johnny Deep
vendedor de canetas
Robin Williams
vendedor de sorvete
Ela encontrou um artigo interessante, sobre o que faziam alguns famosos, antes da fama.
Vamos ver?
Rod Stewart
coveiroMarilyn Monroe
funcionária de uma fábrica de armamentosElvis Presley
lanterninha de cinema, empacotador, cortador de grama e motorista de caminhão
Charlie Chaplin
ajudante de barbeiroHarrison Ford
carpinteiro, vendedor e cozinheiroJennifer Aniston
garçoneteJohnny Deep
vendedor de canetas
Michelle Pfeiffer
caixa de supermercadoRobin Williams
vendedor de sorvete
Sharon Stone
vendedora de cachorro quenteMadonna
vendedora de Dukin’ Donuts
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